Philodendron bipinnatifidum: saiba os cuidados, toxicidade e mais!

Philodendron bipinnatifidum: saiba os cuidados, toxicidade e mais!

Já ouviu falar em guaimbê? Confira aqui as características, cultivo, toxicidade e pragas da Philodendron bipinnatifidum.


A Philodendron bipinnatifidum: natural da Mata Atlântica

Philodendron bipinnatifidum volumosa

Conhecida popularmente como Guaimbê, o Philodendron bipinnatifidum é um arbusto nativo do bioma brasileiro Mata Atlântica. É considerado belo por suas folhas, as quais têm uma aparência única e exótica, que se destaca por seus tons marcantes. Suas utilizações mais populares são ligadas à jardinagem e decoração.

Muitos a confundem com a costela de adão (Monstera deliciosa) pela aparência, porém, as duas não pertencem ao mesmo gênero e diferem no recorte das folhas. Alguns cuidados são necessários para com esta planta, pois ela possui níveis moderados de toxicidade em suas folhas. Uma curiosidade é que este veneno era usado por povos nativos e rurais para pescar, jogando o caldo do Philodendron em lagos e coletando os peixes.

Neste artigo, traremos informações pertinentes sobre a planta em si, sobre a família Philodendron, sobre sua toxicidade, cuidados no cultivo e muito mais, então, se você quer conhecer mais ou começar a cultivar essa maravilhosa planta, confira mais abaixo!

Informações básicas da Philodendron bipinnatifidum

Enorme Philodendron bipinnatifidum


Nome Científico
Philodendron bipinnatifidum
Outros NomesGuaimbê, Banana-de-imbê, Banana-de-morcego, Banana-do-mato, Imbê
Origem
Brasil
Porte
3,6~4,7 metros
Ciclo de Vida
Perene
Floração
Verão
Clima
Tropical e Equatorial


O Philodendron bipinnatifidum pertence à família Araceae e seu ciclo de vida é perene, o que significa que suas folhas não caem em nenhum período do ano. Outros nomes populares ao Guaimbê são Banana-de-imbê, Banana-de-morcego, Banana-do-mato e Imbê. As flores não possuem muita relevância ornamental, pois são pouco chamativas.

O que torna esta planta tão estilosa são suas folhas, que parecem ser feitas à mão devido ao seu formato diferente. Além disso, possuem cores vibrantes e, por serem grandes, ocupam o espaço de qualquer jardim com muita elegância, principalmente se estão sobrepostas a algo.

Características da Philodendron bipinnatifidum

Folha de Philodendron bipinnatifidum

Estas plantas tendem a trepar em outras, possuem folhas grandes, largas e brilhosas e podem crescer, normalmente, até os 3 metros de altura, ainda que algumas espécies possam chegar aos 5. Por diversas vezes, formam raízes aéreas que vão até o chão. Veja a seguir mais características do Guaimbê:

Toxicidade da Philodendron bipinnatifidum

Uma das características mais conhecidas e preocupantes dessas plantas é sua toxicidade, que está presente nas folhas e tem como principal componente ativo é o oxalato de cálcio. Entretanto, não se deve preocupar-se excessivamente, pois somente sua ingestão pode causar algum problema, como excesso de saliva, irritação e dificuldade para respirar.

Portanto, basta deixar crianças e animais longe do Philodendron bipinnatifidum e nada de mal deve acontecer. Além disso, caso algum acidente aconteça, o nível de toxicidade da planta é moderado e não deve trazer grandes problemas.

Flores e frutos da Philodendron bipinnatifidum

As flores do Philodendron bipinnatifidum não têm grande importância ornamental, pois não são atrativas e são pequenas. Podem se encontrar flores femininas ou masculinas, as quais são dispostas em um eixo central conhecido como espádice. Normalmente, a planta dá flores no verão, pela maior umidade no ar e nível de sol que recebe.

Da mesma forma estão dispostos os frutos da planta, que são bagas agregadas, dispostas de maneira bem conjunta na espata. Os frutos vêm a vida no período de verão também, geralmente entre dezembro e fevereiro.

Usos da Philodendron bipinnatifidum

A Philodendron bipinnatifidum é muito utilizada principalmente na decoração de jardins, entretanto algumas espécies, como o xanadu, caem muito bem em interiores, sobretudo em banheiros, onde há maior umidade. Em ambientes ao ar livre, ela precisa de bastante espaço para crescer saudável, sem interferências de outras plantas.

Essa planta era utilizada antigamente para pesca, devido ao seu veneno, e suas raízes também serviam para confecção de cestos e barbantes. Essas práticas, entretanto, se perderam com o tempo e a industrialização.

Como cuidar da Philodendron bipinnatifidum

Ferramentas de jardinagem para cuidar de Philodendron bipinnatifidum

Devido à sua beleza, a Philodendron bipinnatifidum é muito cobiçada e seu plantio é desejado por cultivadores iniciantes ou mais experientes. Entretanto, alguns cuidados devem ser tomados para garantir a saúde e o crescimento pleno de sua planta. Aprenda a cuidar dela com as dicas a seguir!

Qual solo usar para Philodendron bipinnatifidum?

Para começar, um dos assuntos mais importantes para o plantio é o estado do solo, que deve estar bem drenável, de forma que mesmo com bastante umidade ele não fique encharcado. Além disso, ele deve ser rico em matéria orgânica, portanto é um solo que aprecia muito compostos orgânicos e até esterco de gado curtido.

Se tratando de adubação, o ideal é utilizar NPK 10-10-10, sendo 1 colher de sopa para 1 litro de água, porém nada em excesso para não atrapalhar o desenvolvimento do Philodendron bipinnatifidum. Uma vez a cada dois meses basta.

Luz solar ideal na Philodendron bipinnatifidum

A Philodendron bipinnatifidum cultivada no sol pleno durante todo o dia fica com as folhas amareladas, fator indesejado para os cultivadores mais exigentes. Assim, o ideal é cultivá-la à meia-sombra ou à meia-luz, para suas folhas ficarem com um tom verde mais vívido. É importante controlar os níveis de luz para não ressecar a planta em lugares de sol e calor extremo.

Para melhor administrar os níveis de luz que a planta recebe, pode se usar telas de sombreamento, que controlam a intensidade dos raios solares que penetram nas folhas.

Quando se rega a Philodendron bipinnatifidum?

As regas da planta devem ser feitas de acordo com a temperatura em que ela está localizada. Em dias mais quentes e úmidos, pode se regar o Philodendron bipinnatifidum de 1 a 2 vezes por semana e, em dias mais frios e secos, de 2 a 3 vezes por semana, sem nunca deixar o substrato encharcado.

Nunca deixe água no pratinho, caso o plantio seja feito em um vaso, pois essa condição pode apodrecer as raízes da planta e contribuir com a proliferação do mosquito da dengue.

Melhor temperatura para Philodendron bipinnatifidum

Se caracterizando como uma planta de clima tropical e subtropical, esta espécie consegue se adaptar a diferentes temperaturas, entretanto, alguns cuidados devem ser tomados. Em lugares mais frios e nublados, é preferível manter o Philodendron bipinnatifidum em pleno sol, para que se atinja o nível de luz solar que ela necessita.

Todavia, em lugares mais quentes, onde o sol bate durante muito tempo na superfície, deixar a planta em sol pleno pode ser prejudicial e atrapalhar o desenvolvimento desejado pelo cultivador, amarelando as folhas.

Umidade do lugar para Philodendron bipinnatifidum

Por ser nativa do Brasil, o Philodendron bipinnatifidum adora umidade, porém níveis elevados podem encharcar o substrato e prejudicar a planta. Ela também não suporta ventos intensos ou geadas, fatores raros na América do Sul. Em resumo, deve-se manter um equilíbrio entre a umidade do ambiente e o nível de água na planta.

Uma dica interessante, válida para espécies menores, é colocá-las em vasos no banheiro de casa, onde se mantém um nível agradável e ideal de umidade para a planta.

Qual a frequência de fertilização da Philodendron bipinnatifidum?

Fertilizantes foliares, aplicados nas folhas da planta são muito apreciados por todas as espécies de Philodendron bipinnatifidum, além dos já citados esterco, composto orgânico e adubo mineral NPK 10-10-10. Sem excessos, esses fertilizantes podem ajudar muito a planta a se desenvolver melhor, com mais vida e beleza, sendo todos baratos e de fácil acesso.

Sua utilização deve ser regrada e contida, sendo o ideal de 2 em 2 meses, com mais volume durante o verão, período em que ocorre a floração e o nascimento dos frutos da planta, fatores em que os fertilizantes ajudam muito.

Como é a propagação da Philodendron bipinnatifidum?

Esta planta multiplica-se através de sementes que são concebidas na espádice, através da polinização entre as suas flores, que possuem sexos diferentes. No verão, esse processo ocorre e as sementes são deixadas no solo e crescem. Pode-se propagar também fazendo mudas, porém de forma artificial que não ocorre na natureza.

A propagação por mudas varia de espécie para espécie de Philodendron bipinnatifidum e mais informações estão dispostas abaixo, continue lendo para conferir.

Quando trocar a Philodendron bipinnatifidum de vaso?

Pode-se trocar o Philodendron bipinnatifidum de vaso sempre que a planta quiser mais espaço, ou seja, quando as raízes preencherem o espaço disponível no recipiente. O processo é bem simples, baseando-se apenas em encher o outro vaso de terra e mudar a planta de lugar, tomando cuidado para não ferir as raízes dela.

É importante ressaltar que fazer esse procedimento no período de estado vegetativo de repouso pode fazê-la murchar, não voltando ao seu estado saudável.

Como fazer uma muda de Philodendron bipinnatifidum

Outro processo simples, basta fazer cortes no caule do Philodendron bipinnatifidum, separando-o em estacas de 8 centímetros. Estas estacas devem ser postas em um vaso que contenha turfa umedecida, areia grossa ou perlita, substratos que ajudarão a planta a criar suas raízes. Após isso, deve-se deixá-las no sol para desenvolverem-se.

Após 1 mês, as estacas estarão enraizadas e prontas para serem plantadas do jeito que o cultivador decidir, em um vaso ou amarrada com nylon em troncos. É importante adubá-la bastante nesse início de vida, para que cresça saudável e forte.

As pestes e parasitas da Philodendron bipinnatifidum

Quem cultiva essa planta deve ficar atento com alguns parasitas ou pestes que podem prejudicá-la, assim como os métodos para lidar com essas ameaças. Confira abaixo o que você precisa saber.

Afídeos

Insetos afídeos

Também conhecidos como pulgões, os afídeos são pequenos insetos que, acaso venham a atacar um filodendro, podem afetar muito o seu desenvolvimento. Isso porque eles fazem a sucção de seiva das plantas, em grandes quantidades então algumas espécies que possuem mais seiva, como a Philodendron erubescens, podem ser mais suscetíveis a praga do que outras, causando enrugamento das folhas e até morte.

Como ele possui importância biológica, principalmente para eliminar daninhas, deve-se buscar o manejo preventivo da praga. A maneira mais prática é estimular a população de seu principal predador, as joaninhas das espécies Cycloneda sanguínea e Hippodamia convergens.

Coccoidea

Insetos Coccoidea em galho

Estes insetos formam colônias nas partes inferiores das folhas e do caule, são pegajosos e têm formato de escama pequena, de cor branca ou marrom. Eles sugam a seiva da planta constantemente, podendo levá-la à morte caso não sejam controlados. Entretanto o sintoma mais comum é o enrugamento das folhas, pela falta de seiva, componente tão importante para o Philodendron bipinnatifidum.

Uma dica de controle é a aplicação da calda de fumo, feita com fumo de corda, álcool e água, entretanto, água e sabão podem ser suficientes, pois sufocam o inseto. A primeira solução pode facilmente ser encontrada pronta em lojas de jardinagem, valendo a pena pesquisar.

Cochonilha-farinhenta

Insetos Cochonilha-farinhenta

Como uma espécie de cochonilha, essa praga também se alimenta da seiva dos filodendros, sendo necessária atenção nos inferiores da planta. O que a diferencia é que se fixa mais nas raízes, o que pode ser mais fatal ainda para o sistema circulatório do Philodendron bipinnatifidum. Somente a fêmeas alimentam-se da seiva, enquanto os machos viram adultos semelhantes a vespas.

Para controlá-las, basta usar detergente ou sabão em pó, ou estimular as populações de joaninhas e da mosca Baccha sp., predadores naturais dessa espécie. As soluções citadas não matam a planta e nem os predadores principais da praga.

Outros tipos de Philodendron

A família dos Philodendron é muito diversa, possuindo várias espécies que se diferenciam nos detalhes e se aproximam nos cuidados. Veja a seguir quais são elas e com qual você se identifica mais!

Philodendron hederaceum

Philodendron hederaceum em vaso

Conhecido como filodendro-brasil, essa espécie possui folhagem viva e contrastante, que varia do verde ao amarelo, por isso seu nome foi concebido, em alusão à bandeira do Brasil. Suas folhas mais jovens são mais claras e menores e com o passar da vida da planta vão escurecendo e aumentando de tamanho.

Seus melhores habitats são troncos de árvores, porém vivem bem em vasos ou cestos pendentes, apenas precisando de bastante espaço. Os cuidados com os cultivos são poucos e bem parecidos com as outras espécies de Philodendron.

Philodendron erubescens

Philodendron erubescens

Sendo uma das mais prestigiadas pela sua coloração, o Filodendro roxo é mais uma trepadeira perene, de folhas bem robustas de cor roxa, que cresce rápido e pode chegar até 4 metros de altura, com uma aparência que cai muito bem em decorações mais rústicas. Suas flores são em formato de espádice, semelhante a espigas, porém de cor avermelhada.

Esta planta possui como um diferencial a quantidade de seiva vermelha derramada quando é cortada. Não suporta temperaturas muito frias e todas as suas partes podem causar mal-estar se forem ingeridas ou apenas tocadas, em alguns casos.

Philodendron xanadu

Philodendron xanadu

O xanadu, como é popularmente conhecido, se destaca por seu tamanho: ao invés de ser uma grande trepadeira como seus irmãos, apresenta crescimento compacto. Entretanto, essa espécie emite, com o passar do tempo, algumas raízes aéreas e seu principal atrativo são as folhas, que possuem marcas fortes de nervuras e são muito brilhosas.

Este filodendro destaca-se no paisagismo, que se resume em projetos de criação de ambientes completos, pelo fato de cair bem em diversas situações, dentro e fora de casa, devido ao seu tamanho adequado.

Philodendron micans

Philodendron micans em vaso

Este filodendro se destaca por ser mais uma planta de interiores mesmo, sobretudo pelo fato de ser fácil de cuidar. Suas folhas em forma de coração possuem um tom verde escuro muito marcante, que às vezes se mistura em tons de roxo escuro, e seus caules são verdes, de um tom mais claro que pode até chegar em rosa. Essas características deram o nome popular de folha de coração nos Estados Unidos.

Diferente de outras de sua espécie, esta é menor e aprecia luz indireta, com seu substrato ideal sendo bem arejado, para que não se acumule água e apodreça suas raízes.

Philodendron rugosum

Esta é a planta mais rara da nossa lista, pois é endêmica do Equador, isto é, só vive idealmente lá, em suas florestas úmidas e montanhosas. Infelizmente, esse Philodendron sofre ameaça de extinção severa, sobretudo pela perda de habitat natural. Foi descrita inicialmente em 1983 e possui esse nome devido à sua textura rugosa, que chama muita atenção.

É uma espécie extremamente cara e difícil de se encontrar pela característica endêmica e ameaças de extinção, entretanto, ela é extremamente fácil de cuidar no ambiente ideal e é muito apreciada por sua beleza e exclusividade frente aos outros filodendros. Apesar disso, deve-se refletir ao querer cuidar de uma, pois é uma espécie ameaçada.

Philodendron selloum

Philodendron selloum em vaso

Também conhecido como filodendro da esperança, essa planta transmite exatamente o que seu nome popular diz. Como diferencial entre os seus irmãos, o Philodendron selloum não é uma planta trepadeira, mas prefere crescer em locais amplos, na terra mesmo. Vai muito bem em vasos, cachepôs ou até mesmo plantada no chão, sendo essencial o espaço livre para que ela se desenvolva da forma ideal.

A planta também prefere iluminação indireta, em locais que, de preferência, fiquem cobertos, impedindo a irradiação direta de luz solar em suas folhas, sendo que sua temperatura ideal é de 25ºC. Assim como as outras, sua necessidade de irrigação depende da umidade do ambiente e excessos podem prejudicar seu desenvolvimento. Essa planta tem mais resistência ao frio do que outras de sua espécie.

Decore a sua casa com a Philodendron bipinnatifidum!

Mudas de Philodendron bipinnatifidum em floreira

Uma planta que não sai de moda, que vai bem em qualquer jardim e com espécies que crescem até alguns ambientes internos não pode ser dispensada assim, não é? Cultive agora mesmo seu Philodendron bipinnatifidum! Além de ser uma planta exuberante, ela vai chamar atenção onde quer que esteja e pode ajudar a regular a umidade de locais que precisam disso.

A grande maioria das espécies de filodendros são baratas e crescem sem grandes dificuldades em muitos lugares, então, nada melhor pra nós, que somos brasileiros, do que cultivar uma planta nativa de nosso país, que tem tanto a nossa identidade. De fácil acesso, é simples cultivá-la, sendo um ótimo desafio para aqueles cultivadores iniciantes e uma atividade terapêutica para quem tem mais conhecimento no assunto.

Vale ressaltar que ela pode ser perigosa para seus bichinhos ou crianças, devido a sua seiva, entretanto, basta um pouco de cuidado para nada de ruim acontecer. Gostou da planta e de nossas dicas? Então comece já a cultivar seu guaimbê!

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